Não há pauta na quinta, quando na quarta faleceu Steve Jobs

É o seguinte, é simplesmente impossível não falar de Steve Jobs nessa quinta-feira. Não interessa quantas pautas você tinha no bolso, ou quantas ideias estava desenvolvendo, ou que tem um maluco por aí fazendo cirurgias pra se tornar a cara do Super Homem – qualquer outra pauta fica com cara de superficial, irrelevante, ridícula perto do fato de que um dos maiores CEOs dos últimos tempos faleceu.

No ramo da tecnologia então, esquece. O problema da Wikipedia italiana passa despercebido, gamers que resolvem se mobilizar pra contornarem cláusulas suspeitas da EULA parece notícia pequena, nada consegue ser maior do que falar sobre o aumento da procura da biografia de Jobs, de rememorar seus principais e mais inspiradores vídeos e similares.

Eu não tenho culpa. Entendo que Jobs não é exatamente a última bolacha do pacote, mas como bem disse Alexandre Matias, Steve foi a última grande personalidade do século XX. Agora, somos todos uma massa amorfa, sem rosto, Anonymous que se mobilizam (ou não) e que fazem acontecer, ou não.

Quando Steve Jobs deixa o seu posto na Terra, é a sua vez, nerd e geek de plantão, de tentar fazer algo grandioso acontecer.

O mundo digital é agora. E ai, o que faremos com ele?

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