Exercício de ‘jornalismo’ com Leilane Neubarth

Jornalismo imparcial: Leilane, como todo bom jornalista, *não* dá opinião pessoal e *separa sua emoção e vida particular* na hora de informar o telespectador

Respeito ao entrevistado: a interrupção do discurso do especialista pode ser “facilmente resolvido” com um ‘desculpe interromper’ ¬¬’

Prestar atenção ao que ele diz: a especialista tinha acabado de falar que a grande sacada é conscientizar e não proibir o uso das drogas e daí a querida Lelê volta com o discurso “mas viu, como fazemos pra que os jovens fiquem longe das drogas” ¬¬’ (2)

– “Parece meio assustador. Parece quase como uma atitude normal deixar que eles experimentem e que cada um tenha responsabilidade de usar da melhor maneira possível” –> depois desse trecho, eu fico imaginando o tipo de ditadura familiar que rola na casa da dona Lê. Como assim, você acha que simplesmente podemos deixar nossos filhos terem responsabilidade pelas próprias decisões? ¬¬’ (3!)

“Redefinir” uma das principais palavras de ESTUDO do especialista: “Droga, pela própria definição, é um alucinógeno, é uma coisa que pode criar dependência…”
(como bem frisou o amigo Bruno Mendes, “os remédios pros seus filhos, suas dores de cabeças e seus tranquilizantes são comprados na drogaria.)

Amiguinhos, é como eu costumo dizer: se não serve de nada, serve ao menos de mau exemplo. E, ainda com o jornalismo capenga da Leilane, vale prestar atenção no paciente e interessante discurso de Gilberta Acselrad.

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