BookCrossing, a grande viagem que um livro pode fazer

Via Hermenautas

Encontrar R$1 na rua é sempre bom. Mesmo que R$1 não seja exatamente uma fortuna. Imagine então encontrar um livro no banco do metrô, por exemplo. Parece bastante interessante, não?

Pois é isso que propõe o BookCrossing. As pessoas cadastram os Bookcrossingtítulos que serão “esquecidos” e assim conseguem um código, chamado BCID. Esse número deve ser colocado na contracapa do livro ou na folha de rosto, juntamente com o site do BookCrossing. Ao “esquecer” o livro, a pessoa dá dicas do lugar: “3ª carteira da 5ª fileira da sala de estudos da biblioteca”, por exemplo. Dá pra inclusive procurar os títulos que estão esquecidos próximos de você, na sua cidade. Exemplares de Edgard Allan Poe podem ser encontrados na Espanha, e alguns exemplares de Manuel Bandeira podem ser literalmente achados no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.

No Brasil, existem cerca de 30 livros “esquecidos” em cidade como São Paulo ou Rio de Janeiro. Em São Paulo, por exemplo, há um livro rodando no Shopping Vila Lobos e outro num ponto de ônibus da Vila Augusta.

A proposta BookCrossing é que, ao encontrar o livro e terminar a leitura, o felizardo que o encontrou deixe-o em algum outro lugar, para que outra pessoa o encontre. Basta inserir o BCID e alterar a “dica” de lugar onde o livro foi deixado, para que outros leitores possam encontrá-lo. Uma boa idéia de inclusão literária.

:: Para saber mais visite o site do BookCrossing!

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Uma opinião sobre “BookCrossing, a grande viagem que um livro pode fazer

  1. ha!, muito bacana.

    isso me faz lembrar as idéias de “divulgação terrorista” de poesias de uma amiga. ela pensava em imprimir os poemas e colocá-los dentro de livros em bibliotecas e livrarias. só faltava combinar com alguém para achá-los.

    o impressionante é que esse Bookcrossing parece mesmo funcionar. devem estar “esquecendo” só livros bons.

    aqui na metrópole caipira, se esquecessem um ‘Código DaVinci’ da vida, provavelmente ninguém o encontraria…

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