O aquecimento é global; a ajuda pode ser virtual

Nos últimos tempos, devido ao calor que tem acometido diversas regiões do mundo e às catástrofes climáticas que vêm ocorrendo, o assunto “aquecimento global” tem estado continuamente em pauta. Em áreas interioranas, o calor é excessivo e o clima é seco; onde chove, isso acontece em demasia e provoca alagamentos. Na Holanda, o problema com a variação do nível do mar atingiu um patamar tão preocupante que foram construídos complexos sistemas de comportas e barragens, de forma a conter o nível de água no litoral dos Países Baixos e não afetar de forma danosa o ecossistema.

Ao analisar a situação, pessoas sem grandes poderes políticos, como um trabalhador, um estudante ou uma dona de casa se vêem impossibilitados de fazer algo realmente relevante para ajudar. Uma família que resida em um apartamento, por exemplo, não possui área para plantar uma árvore, ação que vem sendo apontada pelos especialistas como a mais viável para conter o aquecimento global.

Existem praças, por certo, onde se pode efetuar o plantio de árvores. Entretanto, na maioria das vezes essas praças encontram-se adotadas por instituições que tem o poder sobre a área ou estão sob poder do Estado. Nesses casos, o cidadão comum não pode intervir. E talvez nem mesmo deva, pois é preciso analisar o tipo de árvore a ser plantada, e os possíveis efeitos que o crescimento de raízes e a queda de frutos e folhagens possam ocasionar. Não seria muito interessante, por exemplo, plantar uma jaqueira às margens de uma auto-estrada (não seria nada interessante uma jaca caindo no vidro dianteiro de um veículo a 100km/h).

Então estão todos de mãos atadas, e nada podem fazer em relação ao aquecimento global? Não mesmo. Em uma rápida pesquisa na internet podemos encontrar listas de ONGs que se preocupam com isso, e têm pessoal com conhecimento declick árvore causa – e de árvores. Uma das iniciativas mais interessantes na internet é o site Click Árvore. Lá, você pode plantar simbolicamente uma árvore por dia. Funciona mais ou menos assim: cada click equivale a uma muda de árvore plantada, muda essa que é doada por um dos patrocinadores do projeto, onde podemos incluir Bradesco, Carrefour, Hopi Hari, entre outros. Além disso, é possível “comprar mudas”: as pessoas podem comprar lotes de mudas ( o mínimo são 30 mudas), que saem a R$1,20 cada. É o que o projeto chama de Floresta Paga. A Floresta Gratuita é a patrocinada, com um limite de uma árvore por dia. Existe também uma forma de acompanhar para onde estão indo as mudas doadas por você, e qual a sua parcela de reflorestamento em metros quadrados.

Caso haja uma vontade maior de “sujar os dedos” com terra e participar, é possível entrar em contato com diversas ONGs, como a WWF, 5elementos, REPEA, entre outras, e se disponibilizar para trabalhos voluntários de plantio e/ou conscientização. Também vale a pena incentivar as empresas a fazerem doações a essas ONGs, de forma a financiar a arborização. Para um mundo com um clima mais ameno e com menos tsunamis. Com um click você já pode estar fazendo a sua parte.

|Para mais informações, dê uma olhadinha na matéria do Link, no Estadão.

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