Crash – No Limite

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(Crash)
Uma história muito boa, onde todos são bons e maus ao mesmo tempo. Confunde um pouco pela mudança rápida de cenas. Mas a interligação delas é muito boa, e vale por mostrar todos os lados (possíveis) do prisma. Destaque pra atuação do “gerente do Hotel Ruanda“, Don Cheadle.

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10 opiniões sobre “Crash – No Limite

  1. Uma historia boa sobre limites intolerância e preconceitos.
    Crash – No Limite é mais do que um estudo sobre preconceito e violência; é, acima de tudo, uma visão sensível sobre a natureza humana. Graças à série de histórias que se entrecruzam, podemos perceber como alguém que num minuto é visto como ‘vilão’ pode surgir, no instante seguinte, como uma pessoa digna de respeito e admiração

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  3. O filme realmente nos faz fazer uma pergunta para nós mesmos: será que eu me conheço realmente?
    às vezes cometemos preconceitos e nao percebemos. É um ótimo filme!!!!

  4. O filme é espectacular…
    Retrata aquilo que é o racismo de uma forma esplêndida.

    Siplesmente “The Best”.

  5. O Filme mostra a realidade de muitos casais que sofrem com o “TOC”, de muitos policiais que ganham mal, vivem em favelas as vezes tem de lavar suas roupas escondidas… vivem sem dignidade(como podem dar segurança?).
    Mostra o abandono do sistema de Saúde Pública que faz com que o cidadão de bem procure o Sistema Privado, e quando esse necessita… não pode usar…. Mostra o amor, o contato …. mostra tudo… mostra a nossa vida… que esta interligada a outras que nem sabemos que existem…

    Assistir a “Crash” deveria ser quase uma obrigação.

    Poucas vezes temos a oportunidade de ver um filme que atinge sua meta sem tematizá-la.
    A problemática do preconceito está presente em cada cena, estapeando-nos na cara, mas, em momento algum, ela é verbalizada.

    A primeira comparação a ser feita é com o magnífico roteiro de Paul Thomas Anderson para “Magnólia”. Tanto neste filme quanto em “Crash”, nós nos enveredamos num labirinto de vidas e de frustrações. Pessoas completamente diferentes, mergulhadas no mesmo mundo, tocando-se cotidianamente, confrontando-se, compreendendo-se.

    Em “Magnólia”, Anderson nos apresenta o afastamento, o distanciamento.
    Em “Crash”, Paul Haggis nos apresenta a proximidade, os acidentes (de onde vem o título) que nos forçam a reconhecer o outro como pertencente ao mesmo universo que nós.

    A trama é fragmentada em vários núcleos narrativos, todos imersos em sua apreensão de mundo e em seus preconceitos próprios.
    Há o caucasiano com preconceito em relação aos negros e latinos; há os negros com preconceitos dos brancos e dos próprios negros; há árabes (categorização que inclui, no filme, todos os muçulmanos, mesmo que a maioria islâmica do mundo não seja falante do árabe ou nascida na Arábia Saudita) com preconceito dos latinos; há os chineses, os porto-riquenhos, os tailandeses, os pobres, os ricos, os bandidos, os policiais e há mesmo aqueles que nem possuem classificação.

    “Crash” demonstra, com um realismo surpreendente, que preconceito e discriminação não é um “privilégio” dos brancos burgueses, que todos nós, independentes de raça e classe social, já possuímos uma pré-compreensão do mundo que nos circunda e que é através dela que escolhemos nossos círculos de amizade, os ambientes que freqüentamos e as pessoas que costumamos evitar. Não se trata de algo racional, fundamentado em teorias eugênicas, mas sim a própria constituição nossa, enquanto seres humanos, de julgar o próximo e lidar com ele através deste julgamento.

    Há um desamparo terrível nesta constatação, como se, para esta falta de tolerância, não houvesse solução. Mas a arte – mesmo que não tenha de possuir esta atribuição – é um modo de voltarmos nosso olhar sobre nós mesmos e percebermos que também fazemos parte deste ciclo de ódio, que, se um filme como “Crash” existe, é porque nós permitimos e, mais do que isto, contribuímos que para chegássemos a este ponto.

    Acredita-se que o filme de Haggis simboliza a América pós-11-de-setembro. Nada mais equivocado do que isto. O filme de Haggis simboliza a humanidade, desde seus primórdios pré-históricos até hoje. Nossa época, longe de ser a fundadora do preconceito, apenas o acentua dia após dia.

    Infelizmente, “Crash” é a história do nosso cotidiano…

  6. Um filme muito comentado pela mensagen passada. Realmete ecelente. voce poder assistir, é ver o mundo de um modo real em relaçao ao preconceito, intolerância, pessoas de bem que lída com isso em seu cotidiano.

  7. Ricardo usei sua opiniao no meu trab d historia xDDDDDDDDd

    vlw msm kra meu boletin e meu pesococo te agradecem

  8. Ricardo usei sua opiniao no meu trab d Antropologia xDDDDDDDDd
    vlw msm kra meu boletin e meu pesococo te agradecem[2 votos modificados]

    AOAKSOAKSOKAS Ricardo Salvador de boletins \o/

  9. Obrigado Ricador aproveitando a resposta dos colegas acima, vou ser franco “VLW ricardo usei seu comentario no meu trabalho de Psicologia”

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